Sucesso no teatro e projetos futuros

No espaço dos meses de abril a agosto de 2017, Garfield desempenhou o papel de Prior Walter na peça teatral dividida em duas partes Angels in America, no Royal National Theatre, em Londres, a qual foi transmitida ao vivo para salas de todo o mundo no verão daquele ano por intermédio do National Theatre Live. A direção da produção ficou por conta de Marianne Elliott, ao passo que Nathan Lane, James McArdle, Russell Tovey e Denise Gough estrelaram como personagens coadjuvantes. A representação do ator foi muito bem recebida. Em sua resenha, Paul T Davis, do The British Theatre Guide, escreveu que Garfield é "transformador e irreconhecível em alguns momentos, encarnando perfeitamente o lacônico, amedrontado e totalmente amável Prior Walter". A revista Time Out descreveu-o como "excepcional" e finalizou: "o ator entra no papel com sagacidade selvagem, intensidade ardente e compromisso total — é uma função estranha, exigente e hilariante, e ele é o dono, a melhor coisa da peça, uma das atuações do ano." O crítico de teatro Dominic Cavendish, do The Daily Telegraph, concordou e complementou: "o talentoso Andrew Garfield dá uma das interpretações de sua carreira". O papel lhe rendeu uma nomeação ao Prêmio Laurence Olivier de Melhor Ator. Breathe foi o único filme lançado pelo ator naquele ano, no qual interpretou Robin Cavendish, um jovem que se tornou paralitico após ter contraído a poliomielite. Com finalidade de preparar-se para o papel, Garfield interagiu com vítimas da doença e trabalhou com a esposa e o filho de Cavendish. Stephen Dalton, do The Hollywood Reporter, publicou que, apesar de uma história excepcional, o filme havia encoberto as complexidades da vida de Cavendish, e creu que o ator foi "prejudicado por um papel que o restringe a pouco mais que balançar a cabeça e sorrir". Camila Sousa, do Omelete, chamou-o de "talentoso". Em março de 2018, Garfield reprisou o papel de Prior Walter quando a peça Angels in America foi transferida para a Broadway por um tempo limitado de dezoito semanas. Avaliando a produção para o The Washington Post, Peter Marks considerou sua atuação como o "ponto principal da peça", à proporção que Ben Brantley, do The New York Times, chamou o elenco de alto nível "liderado por Andrew Garfield em interpretação de excelência." A atuação do ator angariou aclamação por parte dos críticos e, por conseguinte, ele foi indicado a inúmeros prêmios, como o Drama League de Desempenho Destaque, e venceu o Drama Desk e o Prêmio Tony de Melhor Ator em uma Peça.
Seu trabalho seguinte foi em Under the Silver Lake, dirigido por David Robert Mitchell e lançado no Festival de Cannes de 2018. No filme, Garfield interpreta Sam, um jovem desempregado e rebelde que sai em busca de sua vizinha que desapareceu misteriosamente. À Vanity Fair, Richard Lawson achou que o ator estava "incrível no papel, fazendo coisas ágeis e sutis, provocando o lado ameaçador e assustador de Sam". Em outubro, foi anunciado que o artista havia sido escalado para compor o elenco de Mainstream, de Gia Coppola, ao lado de Jason Schwartzman e Maya Hawke.